segunda-feira, março 27, 2006

Noite calma...

Noite calma...

Numa noite calma, ergueste tu a minha alma, pequena e serena. Vem aí mais um turbilhão de sensações, mais uma tempestade de emoções, deste cabo da pacatez que era a minha vida, sentida numa história de paz, amor e guerra! Mostraste o sabor da vitória, o valor do amor, a dor da saudade, o amargo da indiferença, o doce da paixão, o bater do coração…
Fizeste-me sorrir quando o que me apetecia era mesmo chorar, mostraste-me o sol, a lua! Mostraste-me o saber do ver, o ver do querer, o querer do ter, o ter do sentir, o sentir do amar…
És sol e luar, suores frios que passei em noites e dias de paixão…
Foi numa noite calma de agitação de setembro, que a minha vida mudou, foi graças a ti que ela não parou…

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