segunda-feira, janeiro 21, 2008

O coração...

O coração nu e cru que na verdade não sabe que o sangue que escorre é a morte…
Sinto saudade dos dias de tempestade, de coração aberto, que com verdade de certo te dizia que te amo. Coração vermelho de paixão, verdade cruel de solidão, coração que sente que não mente, verdade dúbia que vagueia nas palavras ditadas ao acaso. Sentimento atroz, que da voz que se ouve, não se sente. Sentimento perfeito, que dum olhar se liberta a atracção de um beijo. Sentimento perdido na dor, no ódio, no gesto de uma carícia.
O coração nu e cru que na verdade não sabe que o sangue que escorre é amor…

sexta-feira, janeiro 18, 2008

O Momento...

A solidão que sinto inexplicavelmente neste aglomerado de pessoas, que olham para mim como mais um estranho. A solidão que existe no meu coração, a falta que me fazes, a confusão k vai nesta cabeça, por vezes vazia. O espírito vazio, a alma descontrolada, os pensamentos que s atravessam num piscar de olhos, o não saber quem sou, se sou, o que quero e para onde vou.

É este o momento, o pensamento, o segundo que me deixa a alma sozinha, que me faz pensar e adorar. Que me faz ver, querer, sonhar e … Não fui capaz, sou um fraco de facto, o sentimento que não assumo, mas que me deixo cair … o abanão que me deste por dentro, assim, quase inanimado, no abismo da solidão…

É este o momento, frágil por dentro, um sorriso por fora…