Sinto saudade dos dias de tempestade, de coração aberto, que com verdade de certo te dizia que te amo. Coração vermelho de paixão, verdade cruel de solidão, coração que sente que não mente, verdade dúbia que vagueia nas palavras ditadas ao acaso. Sentimento atroz, que da voz que se ouve, não se sente. Sentimento perfeito, que dum olhar se liberta a atracção de um beijo. Sentimento perdido na dor, no ódio, no gesto de uma carícia.
O coração nu e cru que na verdade não sabe que o sangue que escorre é amor…
